— Por aí não!
— Por quê?
— Porque tem um camaleão lá na frente.
— Nossa! É mesmo.
Cidinha é um borboleta esperta. Laurinha a escuta. E as duas se salvam do camaleão. À noite as duas somem. Para onde vão? Não sei, não entendo muito dessa parte.
Os dias se passam até chegar aquela manhã em que não as encontro. Chega à tarde e nada delas. Passa-se o dia inteiro. Acabou.
Quantas despedidas já viveu este jardineiro que vos fala? Muitas. Mas se há despedidas, digo que, antes, houve vida e encontro. E isso é tudo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário